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quinta-feira, 30 de novembro de 2023

O caminho do Arco





O arco e flecha é um instrumento tipicamente primitivo no mundo e isso não se faz diferente no Japão. 

        Os primeiros registros de atividades com arco e flecha no Japão foram denominados Kyujutsu (Kyu: arco, Jutsu: técnica – tradução livre: “técnicas do arco”) datando do século VII. O Kyujutsu aborda o arco e flecha no aspecto técnico, voltado para o combate, para a guerra, uso ostensivo como arma e é a partir dele que deriva o Kyudo.

        A origem do arco e flecha no Japão é ligado também a várias lendas, mitos e contos de fantásticos guerreiros/arqueiros e suas proezas, um exemplo disso é Minamoto no Tametomo que afundou um navio com uma única flecha e Nasu no Yoichi que, num desafio, acertou um leque colocado no alto do mastro de um navio, ancorado a cerca de setenta metros da costa, atirando montado a cavalo, à frente de ambos os exércitos que se enfrentavam na praia.

        Com o passar do tempo e a gradual redução da cultura de guerra japonesa, bem como com as influências confuncionistas, budistas e shintoístas da população o Kyujutsu foi perdendo seu signifcado estritamente técnico e foi incorporando lentamente o espírito filosófico da Arte Marcial. Dessa forma, apesar da arte do arco e flecha ser antiga no Japão, é apenas no século XX que o termo Kyudo se difunde e se torna amplamente praticada e respeitada pela população japonesa. Sendo ainda que, somente em 1953, surge a Associação Japonesa de Kyudo (ANKF) para regular a prática do Kyudo no mundo.  

        O Kyudo (Kyu: arco, Do: caminho – tradução livre: “o caminho do arco”) é o termo japonês que define a prática marcial, tradicional e filosófica do arco e flecha como meio para aperfeiçoamento pessoal inserido em aspectos Zen-Budista. Portanto, é possível traçar comparações do Kyudo com o Chado (Cerimônia do Chá), Kado (Ikebana ou Caminho das Flores), Shodo (Caminho da Caligrafia) e outras artes praticadas pelos japoneses.

        A essência do Kyudo não se encontra em acertar o alvo ou disparar uma flecha o mais longe possível, mas sim, se trata de um exercício para harmonizar mente, corpo e espírito.

        Além desses três pontos, o Kyudo se fundamenta em três objetivos: Shin (verdade), Zen (bem) e Bi (beleza). Ou seja:

Shin: a verdade como conhecimento da vida real, que o praticante obtém pelo treino de arco e flecha.

Zen: o bem estimulado pela moralidade que surge da prática e do desempenho de um arqueiro, mostrando sua maturidade emocional e sinceridade espiritual.

Bi: a beleza com o natural e espontâneo, quando o arqueiro se torna verdadeiro e moralmente honesto, a estética simplesmente surge. É a expressão equilibrada da harmonia dos movimentos, sentimentos e espiritualidade. 



Leia mais: https://kyudokai-df.webnode.com.br/

sexta-feira, 28 de março de 2014

Joma Shinji

Joma Shinji (除魔神事 .) em Tsurugaoka Hachiman: A cidade de Kamakura em Kanagawa tem muitos festivais um deles no dia 5 de janeiro  é o Joma  Shinji, Festival para manter os maus espíritos longe . arqueiros atirar em um alvo sobre o qual é pintada a palavra "diabo". A cerimônia é realizada pelos membros da escola Ogasawara-ryu de tiro com arco japonês, em trajes tradicionais.









Fonte:
Wiki.
http://www.wattention.com/archives/joma-shinji-archery-rite/
 Fotos :
extraida da página do Facebook:
https://www.facebook.com/groups/Koryu/
publicada por : Ronin Dave
https://www.facebook.com/ronindave?viewer_id=100000887647598



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O arco japonês


A presença dos arcos no mundo é muito antiga. Acredita-se que desde fins da Idade da Pedra, o arco já era usado no Oriente Próximo e Médio. No Japão não foi diferente e há vestígios, de que os primeiros arcos japoneses vêm dessa época. Um exemplo é um sino de bronze encontrado em que há desenhos inscritos, datado do fim da Idade da Pedra. Por isso também é comum se dizer que o kyūdō, o caminho do arco, é a mais antiga das artes marciais tradicionais do Japão, já que arcos têm sido usados desde a Pré-História.

A influência chinesa

Do século IV a IX, a proximidade entre China e Japão teve grande influência tanto nas técnicas de produção do arco em si, como na utilização e filosofia adjacente ao uso do mesmo. Em especial, as crenças confuncionistas de que, pela dedicação ao arco, uma pessoa poderia encontrar seu verdadeiro eu tiveram grande peso na cultura do arco-e-flecha japonesa.

A literatura sobre arco-e-flecha era vasta na China desde há muito. Livros dos fins da Dinastia Han (II d.C), como O livro dos ritos e O livro de Zhou, exerceram grande influência no Japão, levando consigo o pensamento de Confúncio. Esse forte intercâmbio cultural com a China ocorreu principalmente nos séculos IV e V d.C., pela época do lendário Imperador Ōjin, e atingiu os valores, a ideologia e a etiqueta da Corte Japonesa até com relação ao modo de se praticar arco-e-flecha – nascendo aí o lado cerimonial da prática, cultivado ao longo da era feudal nipônica. Então, enquanto os nobres da Corte se concentravam na parte cerimonial do arco-e-flecha, os guerreiros se focaram no kyūjutsu, as técnicas marciais de se usar o arco como arma. Além disso, segundo consta no Kojiki (o mais antigo livro japonês), ao uso do arco longo era associado grande prestígio tanto ideológica quanto culturalmente. Um ditado chinês dizia: “De posse da flecha, o sábio resolve suas diferenças”; tal pensamento também se tornou próprio da cultura militar japonesa.

O período feudal japonês (1187-1867)

Quando Yoritomo de Minamoto deu início ao Xogunato em Kamakura (inaugurando a Era Kamakura e, com ela, o período feudal), estabeleceu também o código de comportamento e pensamento do guerreiro, pregando que através da técnica de arco-e-flecha a cavalo (kyūba) poderia se dar o desenvolvimento do espírito. Para o disciplinamento da mente e do corpo, assim como para a prática das técnicas de combate, eram realizadas cerimônias de kyūba, como a inu-ōmono, a kasagake etc.

A grande cerimônia de yabu-same (um dos estilos de kyūba), na qual animais capturados são libertados, por exemplo, acontece ainda hoje no templo de Hachiman, em Tsurugaoka. Naquela época também era popular a caça esportiva, pelo que, novamente, na Era Heian, a arte do arco tornou-se a arte da guerra. O inu-ōmono, o kusajishi, entre outros cerimoniais, ainda podem ser vistos hoje, pois se tornaram esportes, com regras bem definidas.

O desenvolvimento das técnicas

A partir do Período das Duas Cortes (Nambokuchō, 1336-92) e atravessando da Era Muromati (1392-1573), houve uma inovação de estilo no que concerne às técnicas de arco-e-flecha.
Na época do Imperador Godaigo, o método de tiro transmitido pela sociedade feudal foi criado por Nagakiyo e Sadamune Ogasawara, que estabeleceram as regras de etiqueta do arqueiro a cavalo. Depois, a família Ogasawara tornou-se instrutora do xogum Tokugawa e sua família. Em termos de registro das técnicas de tiro da época, o mais detalhado é provavelmente um grande compêndio escrito por Ryōshun Imagawa.

Quanto a Danjōmasatsugu Heki, pai do estilo Heki, também ele era uma pessoa desse tempo. A técnica de tiro de Heki foi posta em prática e teve sua difusão nessa época. Suas técnicas foram, em seguida, passadas a Shigekata Kōzuke-no-Suke Yoshida e, então, acabaram por se dividir em dois novos estilos: o estilo Izumo e o estilo Sekka – os quais voltaram a se subdividir, este dando origem ao estilo Dōsetsu, aquele ao estilo Insai e outros mais. Muitos eram os grandes talentos dedicando-se à arte do arco naqueles anos, pelo que as técnicas de arco-e-flecha evoluíram bastante e rapidamente. Além disso, uma outra família (afiliada aos Yoshida) também se dedicou a essa arte: o monge Tikurin desenvolveu um estilo de mesmo nome, depois consagrado por seus filhos.

Desse modo, nos cento e cinqüenta anos entre o fim da Era Muromati e o princípio do período Tokugawa (séculos XV-XVII) muitos estilos surgiram e se desenvolveram. Após isso, houve apenas mais dois: no período Genroku (1688-1704), o surgimento do estilo Yamato desenvolvido por Kōzan Morigawa, a quem também é creditado o uso, pela primeira vez, do termo “kyūdō”, i.e., caminho do arco. Esse termo está ligado à ideologia Zen-Budista (antes se usava apenas kyūjutsu, um termo mais ligado à técnica e, portanto, de conotação mais militar). O outro evento se dá na Era Meiji (1868-1912), quando Toshizane Honda cria o estilo Honda.

O arco como disciplina do corpo e da mente

Já em fins da época de Ōda Nobunaga e Toyotomi Hideyoshi (séc. XVI), começaram a ser importadas armas de fogo e o arco deixou de ser usado como instrumento de guerra. Em verdade, esses dois generais foram os primeiros a utilizá-las com sucesso em uma batalha e, após isso, era questão de tempo até que o fato se consumasse: o arco foi preterido e quase esquecido por completo com a chegada das armas de fogo. Isso levou as técnicas de arco-e-flecha a se refinarem cada vez mais com o objetivo de disciplinar o corpo e a mente.
Dentro dessa nova perspectiva, um caso a se ressaltar é o dos torneios de tiro à longa distância (tōshiya), em que o alvo fica a cerca de 120m e 4,9m de altura do arqueiro. Existindo desde o séc. XII, especialmente na forma de “torneios de resistência”, ganhou popularidade por volta do séc. XVI, quando no período do xogunato Tokugawa grandes mudanças ocorreram na maneira de se encarar o arco-e-flecha, pelas razões supracitadas.

O torneio no Sanjūsangendō, em Quioto, é o maior desse tipo e ocorre desde 1165. Esses torneios duravam até um dia inteiro e cada arqueiro podia atirar centenas de flechas. Havia diferentes categorias, como a competição de doze horas, a de vinte e quatro horas, a de cem flechas e outra de mil flechas. Além disso, mulheres também podiam participar (a partir da Era Tokugawa). Em 1606, o recorde era de 51 flechas acertadas, mas, entre 1661-88, esse número chegou a recordes inimagináveis com os casos de Shigenori Kanzaemon Hoshino e de Daihachirō Wasa.

Em 1669, Shigenori Kanzaemon Hoshino alcançou a incrível marca de oito mil acertos das 10.542 flechas que atirou. Cerca de duas décadas depois, em 1686, Daihachirō Wasa conseguiu um feito ainda mais impressionante, estabelecendo o recorde de 13.053 tiros com 8.133 acertos (uma média de 62% de acertos e um tiro a cada 6,6 segundos). O torneio de Sanjūsangendō ainda acontece, mas agora suas categorias são diferentes e as provas duram menos tempo.

No tiro à longa distância é preciso atirar rapidamente, logo os métodos e instrumentos usados são diferentes. Por exemplo, atira-se sentado e o arco não deve rodar na mão após o tiro (hoje, existe uma luva mais grossa no dedão usada no tōshiya que consegue impedir o giro sem exigir tanto do arqueiro, no entanto essa luva é uma invenção moderna).

O fim do xogunato e a Restauração Meiji

Com o prosseguimento da paz na Era Edo, o aperfeiçoamento do arco-e-flecha continuava, fosse enquanto técnica militar, fosse enquanto “caminho zen”, estabelecendo-se como disciplinamento para corpo e mente; mas, como o treinamento militar do fim do feudalismo (período quando dominavam os xoguns) da Era Edo não tinha por objetivos reais a guerra, um dia tudo parou. Numa época de ocidentalização e de armas de fogo não havia mais espaço para a tradição arqueira aparentemente.

No entanto, os treinos de kyūba continuaram a ser realizados, como parte do treinamento dos graus inferiores dos soldados. Até que no ano 28 da era segunte (a Era Meiji), aconteceu, em Quioto, o I Encontro Nacional de Artes Marciais do Japão, no qual, naturalmente, também aconteceram competições de kyūdō, contribuindo para a revitalização dessa arte.

Outro fator importante foi o feito de Honda Toshizane, um instrutor de kyūdō na Universidade Imperial de Tóquio, que combinou elementos do estilo de guerra e do estilo cerimonial de arco-e-flecha num novo estilo híbrido, que se tornou conhecido como Honda-ryū (Estilo Honda). Esse estilo se tornou popular entre o público geral e, para alguns, é o verdadeiro salvador do arco-e-flecha japonês do esquecimento em que vinha caindo.

Nas Eras Taishō (1912-26) e Shōwa (1926-89), o kyūdō passou a ser incluído no currículo escolar (a partir do segundo segmento) como disciplina obrigatória ou opcional (nos clubes esportivos); porém o início da II Guerra Mundial, em 1941, fez com que o Ministério japonês da Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia (Monbushō) declarasse as artes marciais como exercício de Educação Física, novamente ligando essas artes diretamente ao combate. Desse modo, com o fim da guerra, as aulas de kyūdō foram proibidas (novembro de 1945).

Seis anos depois, o Monbushō expediu uma nota suspendendo a proibição e permitindo a prática de kyūdō, mas apenas em 1967 a Secretaria de Educação Física aprovou uma nota permitindo às direções das escolas do ensino médio adotar aulas de kyūdō, o que fez com que o kyūdō ganhasse um novo significado na educação: passou a ser visto como uma disciplina para educação corporal.

Com a ocupação americana no Pós-II Guerra, todas as artes marciais foram proibidas, contribuindo ainda mais para o declínio do kyūjutsu tradicional. Então, quando a proibição contra artes marciais acabou, o kyūdō (e não o kyūjutsu) havia se tornado uma prática comum a todo o Japão. Em 1953, a Federação Nacional de Kyūdō (ZNKR ou ANKF) foi fundada, publicando um manual com seus padrões e supervisionando o desenvolvimento de kyūdō tanto no Japão quanto em outros países.

Hoje, já existe uma Federação Européia de Kyūdō, que promove seminários anuais e provas. A partir de 1993, o mesmo passou a acontecer nos EUA.

Daí por diante, com os novos métodos de pesquisa das ciências modernas, as novas bases da ideologia por trás das artes marciais passaram a ser atreladas à educação, sendo a manutenção de sua difusão de grande importância.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Yabusame, remanescente do Japão antigo

O Yabusame  é um tipo de tiro com o tradicional arco japonês montado. 
Um arqueiro em um cavalo correndo dispara três especiais "nabo-cabeças" setas sucessivamente em três alvos de madeira.

Este estilo de tiro com arco tem suas origens no início do período Kamakura . 
Minamoto no Yoritomo tornou-se alarmado com a falta de habilidade de tiro com arco seus samurais tinham. Ele organizou yabusame como uma forma de prática.

Hoje em dia, os melhores lugares para ver yabusame realizados estão no Tsurugaoka Hachiman-gu em Kamakura e Shimogamo Santuário em Kyoto (durante Aoi Matsuri no início de maio). Ela é também realizada em Samukawa e na praia em Zushi , bem como outros locais.




História do arco japonês e montado tiro com arco

Arcos japoneses remontam a tempos pré-históricos - o Jomon período. 
O longo, estilo único arco assimétrico com o aperto abaixo do centro surgiu sob a cultura Yayoi  (300 aC - 300 dC), Arcos tornou-se o símbolo de autoridade e poder. 
O lendário imperador primeira do Japão, o imperador Jimmu (神武) , é sempre representado carregando um arco.

O uso do arco foi a pé até por volta do século 4, quando os soldados de elite tomou para combater a cavalo com arcos e espadas. No século 10, o samurai teria duelos de arco e flecha a cavalo. Eles montariam um para o outro e tentar atirar pelo menos três setas. Estes duelos não necessariamente tem que terminar em morte, enquanto honra estava satisfeito. Um dos incidentes mais famosos e célebres de tiro com arco montado japonesa ocorreu durante a Guerra Genpei (1180-1185), uma luta épica pelo poder entre o Heike e Genji clãs que era ter um grande impacto sobre a cultura japonesa, sociedade e política.

Na Batalha de Yashima , o Heike, tendo sido derrotado em batalha, fugiu para Yashima e levou para seus barcos. Eles foram ferozmente perseguidos pelo Genji a cavalo, mas o Genji foram interrompidas pelo mar.
Como o Heike esperou que os ventos de estar certo, eles apresentaram um fã pendia de um mastro como um alvo para qualquer arqueiro Genji para atirar em um gesto cavalheiresco de rivalidade entre inimigos.
Um dos samurais Genji, Nasu no Yoichi , aceitou o desafio. Ele montou em seu cavalo para o mar e atirou no ventilador limpa através. Nasu ganhou muita fama e seu feito ainda é celebrada até hoje.

Nasu no Yoichi disparando a flecha.


Durante o período Kamakura (1192-1334), montado tiro com arco foi usado como um exercício de treinamento militar para manter samurai preparado para a guerra. Esses arqueiros que fez mal pôde encontrar-se ordenado a cometer seppuku , ou suicídio ritual.
Um estilo de tiro com arco foi montado inuoumono -. tiroteio em cães sacerdotes budistas foram capazes de prevalecer sobre o samurai ter preenchido as setas para que os cães só foram irritado e machucado em vez de mortos. Este esporte não é mais praticada.

Yabusame - ritual montado tiro com arco
Um samurai montado com arco e flechas, usando um capacete com chifres. Circa 1878.
Yabusame foi concebido como uma forma de agradar e entreter a miríade de deuses que assistem sobre o Japão, incentivando assim as suas bênçãos para a prosperidade da terra, o povo, e da colheita.
Um arqueiro yabusame galopa por um caminho 255 metros de comprimento, em alta velocidade.
O arqueiro principalmente controla o cavalo com os joelhos, como ele precisa de duas mãos para desenhar e atirar seu arco.
Como ele se aproxima de um alvo, ele traz seu arco e chama-se a seta passado seu ouvido antes de deixar a flecha com um grito profundo de "In-Yo-In-Yo" (trevas e luz). A seta é contundente e redonda, a fim de fazer um som mais alto quando se atinge a bordo.
Arqueiros experientes estão autorizados a usar as setas com um pino em forma de V. Se a placa é riscado, ele lasca com um material de confete e cair no chão. Para atingir todos os três alvos é considerado um feito admirável. Yabusame alvos e sua colocação são projetados para reproduzir ritualmente o alvo ideal para um golpe fatal em um adversário usando uma armadura de samurai completo tradicional (O-Yoroi), que deixou o espaço logo abaixo da viseira do capacete nua.
Yabusame é caracterizado como um ritual, em vez de um esporte por causa de seu estilo solene e aspectos religiosos, e muitas vezes é realizado para cerimônias especiais ou eventos oficiais, como entreter personalidades estrangeiras e chefes de estado. Yabusame manifestações têm sido dadas para as visitas formais de Presidentes dos EUA Ronald Reagan e George W. Bush . Uma demonstração yabusame foi dada no Reino Unido para o príncipe Charles , que supostamente era fascinado e satisfeito com o desempenho.
Para ser selecionado como um arqueiro yabusame é uma grande honra. No passado, eles foram escolhidos apenas os melhores guerreiros. O arqueiro que realiza o melhor ganha um pano branco, significando o favor divino.



Há duas famosas escolas de tiro com arco montado que realizam yabusame. Uma é a escola Ogasawara. O fundador, Ogasawara Nagakiyo , foi instruído pelo shogun Minamoto Yoritomo (1147-1199) para iniciar uma escola de arco e flecha. Yoritomo queria que seus guerreiros para ser altamente qualificados e disciplinados. Tiro com arco foi visto como uma boa maneira de incutir os princípios necessários para um guerreiro samurai.
Zen se tornou um elemento importante, tanto de pé e montado tiro com arco, ele também se tornou popular entre os samurais em cada aspecto de sua vida durante o período Kamakura .
Yabusame como uma arte marcial ajudou um samurai aprender concentração, refinamento, disciplina e. Zen ensinou técnicas de respiração para estabilizar a mente e o corpo, dando clareza e foco. Para ser capaz de desenhar arco calmamente um, objetivo, e atirar no calor da batalha, e depois repetir, era a marca de um verdadeiro samurai que tinha dominado a sua formação e seu medo.
A escola de tiro com arco outro foi iniciado anteriormente por Minamoto Yoshiari no século 9 sob o comando do Imperador Uda . Esta escola tornou-se conhecida como a escola Takeda de tiro com arco. O estilo Takeda tem sido destaque em filmes de samurai clássicos como Akira Kurosawa, " Sete Samurais "(1954) e" Kagemusha "(1980). O ator famoso de filmes de samurai muitos, Toshirō Mifune , era um estudante da escola notou Takeda.

O declínio e revitalização do arco

Com a chegada do Português e suas armas em meados do século 16, o arco começou a perder a sua importância no campo de batalha. Na Batalha de Nagashino em 1575, bem colocado grupos de mosqueteiros servindo Oda Nobunaga e Tokugawa baleado em voleios e praticamente aniquilou as cargas de cavalaria do clã Takeda.
Montado tiro com arco foi reavivado no período Edo (1600-1867) por Ogasawara Heibei Tsuneharu (1666-1747), sob o comando do shogun Tokugawa Yoshimune (1684-1751). Dado que a nação estava em paz, tiro com arco, bem como outras artes marciais militares tornou-se mais de um método de desenvolvimento pessoal ao invés de treinamento militar.
[ editar ] Aprática contemporânea

Yabusame é realizada em várias épocas do ano, geralmente perto xintoístas santuários. Em maio, o Matsuri Aoi em Kyoto inclui yabusame.Outros locais incluem Tsurugaoka Hachiman-gum em Kamakura, juntamente com Samukawa e na praia de Zushi .



veja um vídeo dessa arte abaixo: